RESULTADOS DA FINAL FOUR
Seniores - Homens - Compounds
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2º Lugar - Vitor Ferreira - Sport Grupo Sacavenense
Juniores - Homens - Recurvos
- 4º Lugar - João Gonçalves - Sport Grupo Sacavenense
No próximo dia 27 de Julho de 2008, realiza-se nas Caldas da Rainha, a Final Four de Campo de 2008 de Compoud Masculino.
Para esta prova estão apurados os seguintes Atletas:
BOA SORTE PARA O ATLETA DO SACAVENENSE
2006, foi o ano da criação da Secção de Tiro com Arco, no Sport Grupo Sacavenense.
Esta Secção transitou de um Clube de Lisboa, para o Concelho de Loures, onde a Modalidade não existia, vindo a radicar-se neste Clube, em que os seus responsáveis receberam de braços abertos, esta nova Modalidade.
Este foi o ano, de instalar e organizar a “casa”, de criar as condições necessárias para a prática da Modalidade, do recebimento de Arqueiros vindos de outros Clubes, bem como a implementação de uma Escola, para a Formação de novos Arqueiros.
Num ano em que, não era previsível grandes resultados a nível Desportivo, devido à transição de Clube e montagem de novas estruturas, os Arqueiros, já com créditos firmados, não quiseram abrir mão de fazer uma boa Época Desportiva. Como tal, foram à conquista de Títulos.Títulos Nacionais e Internacionais, no sentido de poder corresponder às expectativas daqueles que acreditaram e lhes abriram as portas, demonstrando o seu valor e o nome que tinham já conquistado na Modalidade.
Assim, foram alcançados, com muita dedicação e esforço, vários Títulos Nacionais, Internacionais, Recordes e Estrelas FITA de pontuações, lugares nas Selecções Nacionais, Arqueiros galardoados na XI Gala do Desporto e muitas entrevistas para os media. Para um primeiro ano, em que houve um trabalho de todos, para erguer uma nova Secção num novo Clube, esta, não pode deixar de se sentir orgulhosa dos Atletas e do Treinador, pelos êxitos alcançados, esperando, que o próximo ano a não ser melhor, como se pretende, seja pelos menos igual.
Há também a assinalar que, neste ano, o primeiro da Secção, houve a chegada de novos elementos, Arqueiros vindo de outros Clubes, que sendo Arqueiros já creditados na Modalidade, vão trazer certamente, mais valia à Equipa e conquista de mais Títulos, num futuro bem próximo. Por outro lado, a Secção já começou a ter novos Arqueiros na Formação.
Pensa-se que, dentro de dois ou três anos, será possível ter uma forte Equipa e Arqueiros de alto nível. Para finalizar, não se pode deixar de salientar o empenho e dedicação de todos, quer no plano desportivo, quer organizativo e até monetário. Esta Secção tem alma e, acredita que o seu contributo e esforço são em prol da Modalidade que abraçaram.
Em termos Desportivos e, neste primeiro ano, em representação do Sport Grupo Sacavenense, os Arqueiros estiveram presentes nos três Campeonatos Nacionais, realizados pelas duas Federações existentes, a FPTA e FABP, nomeadamente:
- Campeonato Nacional de Sala;
- Campeonato Nacional de Tiro de Campo;
- Campeonato Nacional Percurso de Caça Simulada;
Em todos eles alcançaram lugares de Podium, bem como a manutenção nas Selecções Nacionais.
Além disso, tiveram também, através das respectivas Selecções, presentes no Campeonato da Europa de Bowhunter, onde dois Arqueiros se destacaram, sagrando-se Campeão da Europa e Vice Campeã da Europa.
Seguidamente, apresenta-se a participação e lugares alcançados nesta época, que terminou a 31 de Dezembro.
Participações – 9 Provas – 3 Arqueiros - Resultados Obtidos:
8 – 1ºs lugares 3 – 2ºs lugares 5 – 3ºs lugares 2 – Outras posições
Participações – 5 Provas - 3 Arqueiros - Resultados Obtidos:
9 – 1ºs lugares 1 – 2ºs lugares 5 – Outras posições
Participações – 14 Provas - 4 Arqueiros - Resultados Obtidos:
22 – 1ºs lugares 6 – 2ºs lugares 4 – 3ºs lugares 4 – Outras posições
Participações – 28 Provas com 4 Arqueiros - Resultados Obtidos:
39 – 1ºs lugares 10 – 2ºs lugares 9 – 3ºs lugares 11 – Outras posições
Zélia Martins Campeã Nacional Recurvos - Categoria Elite
Vítor Hugo Ferreira Campeão Nacional Compound - Categoria Elite
Fernando Alves Campeão Nacional Recurvos - Categoria Veteranos
Zélia Martins Campeã Nacional Recurvos
Vítor Hugo Ferreira 12º Lugar Compound
Fernando Alves Campeão Nacional Recurvos - Categoria Veteranos
Vítor Hugo Ferreira Campeão Nacional - Categoria FS Compound Sénior Masculino
Fernando Alves Vice Campeão Nacional – Categoria FS Recurvos Sénior Masculino
4 Arqueiros do Sport Grupo Sacavenense integraram a Selecção Nacional da FABP, obtendo as seguintes pontuações:
Zélia Martins Vice Campeã da Europa- Categoria FS Recurvo
Vítor Hugo Ferreira Campeão da Europa - Categoria FS Compound
Fernando Alves 8º Lugar - Categoria - FS Recurvo
Paulo Nabais 9º Lugar - Categoria - FS Recurvo
Os Arqueiros Zélia Martins e Vítor Hugo Ferreira, integraram também as Selecções Nacionais da FPTA em trabalhos de preparação, com vista ao Campeonato do Mundo de Tiro Olímpico, a realizar na Alemanha em 2007.
Além dos 7 Títulos alcançados, 5 de Campeões Nacionais, 2 de Vice Campeões e 2 Títulos Europeus, os Arqueiros alcançaram ainda Estrelas FITA em pontuações nas Provas de Sala e Campo, bem como os primeiros lugares, nos Rankings Nacionais.
O Arqueiro Fernando Alves obteve ainda, dois Recordes Nacionais em Tiro de Campo, na categoria de Veteranos e o Arqueiro Vítor Hugo Ferreira foi galardoado na XI Gala do Desporto, pela Confederação do Desporto de Portugal, pelo Título alcançado no Europeu de Bowhunter.
Diversos Arqueiros, foram também a nível interno homenageados, no Jantar anual do Clube, recebendo o galardão de melhores Atletas, dentro de diversas categorias, bem como o Treinador pelo excelente trabalho ao longa da Época e pelos bons resultados obtidos.
A Secção de Tiro com Arco do Sport Grupo Sacavenense, levou a cabo na Época Desportiva de 2006, a organização de uma Prova de Caça Simulada, no magnifico espaço do Parque do Cabeço de Montachique, muito gentilmente cedido para o efeito, pela Câmara Municipal de Loures.
Esta Prova a contar para o Campeonato Nacional de Caça, teve a participação de todos os Clubes Nacionais e contou com cerca de 70 Arqueiros das diversas Categorias e Escalões.
Devido aos existas alcançados, não só a nível Nacional mas também Internacional, o Clube e os seus Arqueiros, estiveram em foco nos media. Assim, jornais como: a Bola, o Record, o Correio da Manhã, Desporto Jovem, Jornal o Triângulo, o Norte Desportivo e Diário Desportivo, e ainda em jornais digitais, como:
Infordesporto e Sportingbet publicaram notícias e entrevistas dos Arqueiros o que se manifesta muito positivo, quer para a Secção, quer para o Clube.
A Secção de Tiro com Arco quer muito vivamente agradecer, em primeiro lugar ao Presidente da Direcção, Sr. Ernesto Dinis, como representante dos Corpos Sociais do Clube, não só pelo acreditar e confiança nos elementos que lhe propuseram criar uma nova Modalidade no Sport Grupo Sacavenense, quer por todo o apoio que sempre deu ao longo de toda a Época.
Um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Loures, através do Vereador Dr. Ricardo Leão e toda a sua equipa.
Omesmo agradecimento especial à Junta de Freguesia de Sacavém, através do seu Presidente e toda a sua equipa.
Agradecer ainda, a quem apoiou de alguma forma esta jovem Secção, nomeadamente:
- Adega Cooperativa de S. Mamede da Ventosa – Torres Vedras;
- Caves Vale do Rodo – Peso da Régua;
- Federação dos Arqueiros e Besteiros de Portugal;
- Todos Clubes e Arqueiros que participaram na Prova de Caça;
- Clube de Land Rover do Oeste – Caldas da Rainha;
Aos responsáveis das diversas Secções do Clube, pelo acolhimento que deram ao Tiro com Arco;-
Às famílias e amigos de todos os Arqueiros do Sport Grupo Sacavenense, pela paciência que demonstram para com eles;
E por último, mas não menos importante, a todos os Arqueiros, Treinador e Seccionista, que com o seu trabalho, disponibilidade, empenho e amizade conseguiram uma Secção de sucesso.
A Secção de Tiro com Arco
O TIRO COM ARCO tem sido uma modalidade muito pouco divulgada no nosso País. Não obstante toda a gente saber o que é um Arco ou para que serve uma flecha, pouco mais se sabe deste salutar desporto.
É uma modalidade que sobrevive desde 8 000 AC.Muitos historiadores crêem que a intervenção remonta à Era Paleolítica.No entanto, foi no século XX, que o TIRO COM ARCO finalmente se consagrou como desporto.
A modalidade figurou nos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. No entanto devido à não existência de uma Federação Internacional que regulasse e uniformizasse a competição a nível mundial, a modalidade não viu defendidos os seus interesses, sendo retirada dos Jogos.
A Federação Internacional de Tiro com Arco – FITA, foi finalmente fundada em 1931, tendo a partir de então sido organizados Campeonatos Europeus e Mundiais. O desenvolvimento e expansão desta modalidade, fez com que nos Jogos Olímpicos de 1972, o Tiro com Arco fosse novamente integrado como desporto Olímpico.
A necessidade de melhorara pontuações, aliada ao conhecimento técnico do século XX, levou a uma evolução verdadeiramente espantosa do material de Tiro.Pode dizer-se que se evoluiu mais nos últimos 50 anos do que, no restante período de utilização do Arco.
Hoje, emprega-se a tecnologia do carbono na fabricação das flechas, palhetas, estabilizações, miras, etc. Mas apesar de toda a evolução a verdadeira arma não é o Arco, mas sim o seu utilizador.
Tendo os praticantes de alta competição materiais semelhantes, a luta pelas melhores pontuações vence-se ao nível da capacidade de resistência física e principalmente mental.
A resistência ao stress é posta em jogo em cada flecha. Ao longo de todo um dia de prova. O Tiro com Arco, é pois uma escola de disciplina de emoções, da vontade de si próprio. O atirador encontra em cada flecha um novo desafio, procurando pôr na sua execução um gesto técnico perfeito, repetidas vezes sem fim.
Muitos historiadores crêem que a invenção do Arco remonta à Era Paleolítica (à antiga Idade da Pedra), período com um a dois milhões de anos e que terminou por volta de 8 000 AC.
Esta convicção é baseada em pinturas descobertas em cavernas Espanholas que datam do Período Paleolítico Superior.
Antes da descoberta da referida pintura, a única evidência da existência do Tiro com Arco eram as pontas de flechas em sílex, já que o Arco e as flechas, instrumentos de madeira, se decompõem com a passagem dos anos.
O princípio de funcionamento do Arco foi descoberto provavelmente por acidente.No entanto, o Arco ocupa um lugar tão importante e decisivo no desenvolvimento do Homem primitivo como a descoberta do fogo e a invenção da roda.
O Homem passou assim a possuir um instrumento que arremessava projécteis mais longe e de uma forma mais precisa do que a utilização pura e simples da sua força muscular.
Este facto, constitui um grande avanço para o caçador, pois permite o aumento da distância à presa, diminuindo os riscos e aumentando o factor surpresa.
Entre os Povos da antiguidade, os Egípcios foram os primeiros a ganhar fama como Arqueiros, utilizando o Arco como uma das principais armas de guerra. Os Arcos que utilizavam eram ligeiramente mais curtos que a altura de um homem, e as flechas tinham entre 60 e 80 centímetros.
O bronze era o metal mais usado para as pontas das flechas, embora também se fizesse uso da pedra. Durante este período, os Israelitas fabricavam os seus Arcos de junco, madeira ou osso, tanto par a guerra como para a caça.
A vulgarização do uso do Arco no Próximo Oriente coincide com o Período em que a Bíblia foi escrita. Nela se encontram inúmeras referências devido a este facto.
Outros povos deram também a sua contribuição ao Tiro com Arco nessa época.Os Assírios foram uma nação de Arqueiros. Já com Gregos isso não se passava, apesar de possuírem Arqueiros Cretenses no seu exército.Os Romanos seguiram o exemplo dos Gregos, pois embora não fossem Arqueiros, recrutavam habitantes da Ásia e de Creta para integraram as suas legiões.
No entanto, a indiferença romana ao uso do Arco terminou quando o antigo sistema legionário foi derrotado em Andrianópolis (378 DC).
A partir desta derrota, o exército imperial passou a integrar largo número de Arqueiros a cavalo.
Foi na Ásia que o uso do Arco atingiu o seu ponto mais alto. Desde cedo as nações Asiáticas tornaram-se conhecidas pela sua destreza no manejo desta arma.
Entre os conquistadores que utilizam o Arco, os mais conhecidos são Átila, rei dos Hunos e Genghis Khan.
Átila varreu a China e o Império do Oriente até aos rios Danúbio e Reno, com a sua horda de guerreiros. Os Hunos eram nómadas que guerreavam a cavalo tendo como principal arma o Arco. Átila foi finalmente derrotado pelas legiões romanas em Chalons-sur-Marne (França), no ano de 415 DC.
Genghis Khan era o chefe do grupo de pequenas tribos mongóis. No ponto alto das suas conquistas dominavam largas zonas de onde é hoje a China, Índia, Irão, a antiga URSS, e tal como Átila, os seus grandes sucessos deveram-se a um excelente organização e ao poder rápido de “jogo” dos seus Arqueiros montados a cavalo.
Muitos historiadores afirmam que o Longbow foi introduzido na Inglaterra pelos Normandos, que dominaram este país entre 850 e 950 DC. Outras fontes afirmam Que os ingleses só adoptaram o Longbow após a batalha de Hastings em 1066.
Nesta batalha os ingleses foram vencidos por William, o Conquistador, Duque da Normandia, que atravessou o Canal da Mancha vindo de França e atacou a costa da Inglaterra.
O Longbow esteve em evidência no decorrer da conquista da Normandia, tendo o rei Harold de Inglaterra sido morto por uma flecha inimiga.Depois desta derrota, o Arco assumiu grande importância como arma de guerra entre os ingleses.
A guerra dos Cem Anos (1337-1453) abarcou um período em que reinaram cinco reis franceses e ingleses. Tratou-se de uma guerra pelo domínio da França, na qual o Arco teve um significativo papel como arma militar.
Foram a infantaria e os Arqueiros Ingleses (considerados tropas inferiores) que venceram 3 das mais importantes batalhas deste período. A primeira e mais significativa foi a vitória da batalha de Crecy em 1346. Nesta batalha, a linha da frente dos exércitos Franceses era constituída por um grande corpo de besteiros Genoveses trazidos pelos Franceses para lutar contra o exército Inglês.
Devido a uma severa tempestade, os Genoveses foram derrotados, pois as cordas das suas Bestas não eram à prova de água. As cordas dos Arcos dos Ingleses estavam protegidas contra a chuva, não interferindo a água no sua prestação e eficácia.
A batalha de Poiteirs (1356) foi a segunda importante batalha ganha pelos ingleses, onde os Arqueiros tiveram importância.
Sob o comando do Príncipe de Gales, menos de 10.000 homens derrotaram mais de 60.000 Soldados Franceses.
Os Ingleses levaram os Franceses a atacar, simulando uma retirada. Uma vez chegados ao seu território, os Ingleses protegeram-se em posições previamente preparadas, protegidas por sebes, donde disparavam flechas contra os seus adversários desprotegidos.
Em 14 de Agosto de 1385 as hostes portuguesas, apoiadas por Arqueiros Ingleses e contando entre elas com besteiros nacionais, contribuíram de forma definitiva para a derrota de um exercito castelhano, com efectivos duas a três vezes superior, afirmando nesta batalha a continuidade da independência nacional.
Finalmente em 1415, depois de alguns anos de relativa paz, Henrique V de Inglaterra reacendeu a luta, saindo triunfante da batalha de Aghincourt. Neste caso os Ingleses entrincheiraram-se no cimo de um monte, protegidos contra avanços da cavalaria Francesa, por estacas apoiadas no solo. Os Franceses avançavam de fileiras cerradas contra uma nuvem de flechas Inglesas. Apesar destas vitórias, é irónico que tenham sido os ingleses a perder a guerra.
No lado oposto do continente Europeu, os Turcos e Persas estavam a dar um contributo significativo para a história do Arco.
O Arco que utilizavam era uma estrutura recurva composta por vários materiais. Osso, tendões, madeira e coia. Quando sem corda, o Arco curvava-se para a frente ficando com a forma de um “C”.
A técnica de tiro dos Turcos era única na época. A corda era puxada por um anel colocado no polegar, sendo a flecha colocada no lado direito do Arco em vez do esquerdo. Estes povos puxavam a corda até perto da orelha.
Em muitos Arcos, a zona que é hoje a janela do Arco, era alongada para trás sobre a mão de arco, de forma a permitir a utilização de uma flecha mais curta e leve, que assim seria projectada mais longe.
É interessante observar que apesar destas significativas diferenças entre o material e o próprio método de tiro, os registos escritos dos Ingleses desta época mostram que estes não apreciavam o Arco turco, pois embora reconhecessem a sua eficiência em conseguir lançar o projéctil mais longe, pensavam tratar-se de um Arco menos preciso.
O usa das armas de fogo começou por volta do Século XIII-XIV, marcando o início do declínio do arco como arma de guerra.
Entretanto, a Besta também vinha sendo preferida em relação ao Arco. Foi então que Henrique VIII de Inglaterra emitiu um decreto real proibindo o uso da Besta sob pena de prisão, já que pensava que o tradicional Longbow era mais preciso.
O reinado de Henrique VIII (1509-1547) foi um período activo para o Tiro com Arco, embora tivesse continuado a perder a importância como arma militar.O próprio rei e a sua segunda mulher, mãe da futura rainha Isabel I, eram atiradores. Roger Ascham, tutor de Isabel I, durante a sua infância ensinou à jovem princesa a arte do Tiro com Arco.
Ascham, em 1545 escreveu o livro “Toxiphilus” título que significa “aqueles que gostam de Tiro com Arco”., primeiro livro conhecido escrito sobre a prática da modalidade. No entanto, nos finais do reinado de Henrique VIII o Arco já praticamente tinha sucumbido à arma de fogo.
Como sobreviveu então o uso desta arma até aos nossos dias? No caso da Inglaterra e da França a tradição transmitiu-se através das sociedades de Arqueiros, que já no século XVI reuniram os seus membros para a prática de competição de índole desportiva.
No entanto, foi no século XX que o Tiro com Arco, finalmente se consagrou como desporto.
A modalidade figurou nos primeiros Jogos Olímpicos organizados no princípio do século, em conjunto com outras actividades como as corridas, os saltos em comprimentos, etc.
No entanto, devido ao facto de não existir uma Federação Internacional que regulamentasse a competição a nível mundial, a modalidade não viu defendidos os seus interesses sendo retirada dos Jogos.A
A Federação Internacional de Tiro Com Arco - FITA, foi finalmente fundada em 1931, tendo a partir de então organizado os Campeonatos Europeus e do Mundo.
O desenvolvimento e expansão da modalidade, levaram a que nos Jogos Olimpicos de 1972 o Tiro com Arco fosse novamente integrado como Desporto Olimpico.
Federação Internacional de Tiro com Arco – FITA, foi finalmente fundada em 1931, tendo a partir de então organizados os Campeonatos Europeus e do Mundo. O desenvolvimento e expansão da modalidade, levaram a que nos Jogos Olímpicos de 1972 o Tiro com Arco fosse novamente integrado como desporto Olímpico.
Em Portugal o início da prática do Tiro com Arco, na sua vertente desportiva remonta aos anos 40. Teve primordial importância a carolice de um homem comum que às suas custas organizava torneios no então Parque Mayer, onde disponha de um atenda com alvos montados, tendo sido o local onde se iniciaram a maior parte dos Arqueiros da época. O Tiro com Arco esteve integrado até 1962 na Federação Portuguesa de Tiro, altura em que foi formada uma Federação autónoma, passando então a legislar e orientar a modalidade. Esta Federação é a Federação Portuguesa de Tiro com Arco ( FPTA) Mais tarde, e porque eram disciplinas diferentes, dentro do Tiro com Arco formou-se outra Federação a Federação dos Arqueiros e Besteiros de Portugal (FABP). Esta Federação está virada para a Caça simulada. As duas Federações, tem caminhos diferentes, no entanto, ambas com um mesmo objectivo: incrementar o Tiro com Arco em Portugal.
FITA: Sala - Campo - Field
FABP – Federação dos Arqueiros e Besteiros de Portugal
CAÇA SIMULADA: Field - Hunter - Bowhunter - Animal distância conhecida - Animal distância desconhecida - 3 D
PROVA DE SALA OU INDOOR
Open – realizada à distância de 18 metros.Composta por duas voltas de cada uma de 30 flechas, total 60 tiros.Eliminatórias – realizam-se à mesma distância.Tem sistema de emparcelamento, onde os Arqueiros se vão eliminando até chegaram às finais.
Realizada ás distâncias de 90, 70, 50 e 30 metros para os homens e de 70, 60, 50 e 30 metros para as senhoras.A cada distância são disparadas 36 flechas, num total de 144 tiros.
Realizada toda a competição, à distância de 70 metros, molde Olímpico, tem duas voltas de 36 flechas, num total de 72 tiros, donde sai uma grelha de emparelhamento para confronto directo, onde os Arqueiros se vão eliminando até chegarem às finais.
Esta prova é feita em campo, com percurso de 12 alvos com distâncias que variam entre ao 10 e os 60 metros.Estes alvos podem ser redondos ou silhueta animal.Este percurso é feito duas vezes e podem ser distâncias conhecidas ou desconhecidas.
São percursos feitos em campo, com 28 alvos.No Field e Hunter os alvos são redondos, no animal os alvos são silhuetas, todos eles com distâncias conhecidas e com obrigatoriedade de disparar 4 flechas para cada alvo.
São percursos feitos em campo, com 28 alvos.São provas feitas em animais silhuetas ou 3 dimensões Neste estilo de prova podem atirar-se diferentes números de flechas.Em todas estas provas as distâncias são conhecidas.
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